Orientação sexual
Lésbica, gay, bi, pan, assexual, ou ainda sem nome. Entender o que você sente, sem pressa de se definir.
Sexualidade · Psicólogo em Marília (SP)
Terapia para pessoas LGBTQIAPN+ que querem entender o próprio desejo, viver os relacionamentos com mais leveza e decidir, no seu tempo, o que contar e para quem.
Talvez você se reconheça
Se alguma delas tocou em você, a terapia pode ser o lugar para olhar para isso com calma.
Falar com o GabrielTerapia e sexualidade
Sexualidade é muito mais do que a orientação. É o que você deseja, como você se relaciona, o que aprendeu a sentir sobre o próprio corpo e o quanto pode ser você mesmo perto de quem ama.
Para muitas pessoas lésbicas, gays, bissexuais, pansexuais, assexuais e de outras orientações, esse caminho vem cheio de silêncio. Às vezes a família não sabe. Às vezes ninguém sabe. E guardar uma parte tão grande de si cansa.
Sou psicólogo da comunidade LGBTQIAPN+ e atendo em Marília (SP). Na terapia, você fala de desejo, de afeto e de relacionamentos com alguém que conhece essas questões de perto e que vai acompanhar o seu ritmo.
Contar para a família, para os amigos ou no trabalho é uma decisão sua. Não existe hora certa nem obrigação. A terapia ajuda a pensar se vale contar, para quem, de que jeito, e a cuidar do que vem depois, inclusive quando a reação não é a esperada.
Orientação sexual não é doença. O Conselho Federal de Psicologia proíbe, desde 1999, qualquer prática que trate a homossexualidade como algo a ser curado. Aqui, o trabalho é ajudar você a viver quem você é com menos medo e mais liberdade.
Atendo adolescentes a partir dos 15 anos, jovens adultos, adultos e pessoas idosas.
O que pode ser levado para a terapia
Você pode chegar com um destes temas, com vários ou com nenhum nome ainda.
Lésbica, gay, bi, pan, assexual, ou ainda sem nome. Entender o que você sente, sem pressa de se definir.
O que você deseja, o que trava esse desejo e a culpa ou a vergonha que às vezes vêm junto.
Namoro, casamento, ciúme, término, solidão. Como você ama e o que espera de quem está ao seu lado.
Para quem, quando e de que jeito. Ou decidir não contar agora. A decisão é sua, e ela pode ser pensada com calma.
A relação com pais, irmãos e filhos quando a sua orientação vira assunto, ou quando ela nunca pôde ser assunto.
O peso da LGBTfobia de fora e daquela que a gente aprende a usar contra si.
A diferença, em uma linha: sexualidade fala de quem você deseja e de como se relaciona; gênero fala de quem você é e de como o mundo trata essa identidade.
Depois da primeira mensagem
O botão abre o WhatsApp com um texto pronto. Envie assim ou do seu jeito, com a pergunta que tiver.
Eu respondo, entendo o que você procura e, pelo WhatsApp, a gente combina como vai ser.
Combinamos juntos o primeiro horário, e a terapia começa.
Perguntas frequentes
Não precisa. Muita gente chega com dúvidas, e entender o que você sente é parte do trabalho, não uma condição para começar.
Nunca. Orientação sexual não é doença nem algo a ser corrigido. Desde 1999, a Resolução 01/1999 do Conselho Federal de Psicologia proíbe qualquer tratamento que pretenda mudá-la. O trabalho aqui é o contrário: ajudar você a viver quem você é com mais tranquilidade.
A terapia é um lugar para pensar se, quando e como contar, e para cuidar do que vem depois. Quem decide é você.
Atendo a partir dos 15 anos. Pelo WhatsApp a gente conversa sobre como começar.
Podem, e são bem-vindas. Muita gente passou anos sem poder falar de si, e nunca é tarde para isso.
Sim. O sigilo é um dever do psicólogo, previsto no Código de Ética Profissional.
Uma mensagem curta já basta. Eu respondo e a gente conversa sobre como começar.
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