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Gabriel MeyerPsicólogo · CRP 06/204942
Gabriel Meyer, psicólogo, sorrindo, de suéter vinho

Sexualidade · Psicólogo em Marília (SP)

Um lugar para falar de desejo, de afeto e de quem você ama.

Terapia para pessoas LGBTQIAPN+ que querem entender o próprio desejo, viver os relacionamentos com mais leveza e decidir, no seu tempo, o que contar e para quem.

Talvez você se reconheça

Algumas frases que chegam ao consultório.

  • Sinto que preciso esconder uma parte de mim em casa.
  • Penso em contar para a família, mas não sei como nem quando.
  • Já contei, e a reação não foi a que eu esperava.
  • Me pego vigiando o jeito de falar, de andar, de me vestir.
  • Meus relacionamentos repetem um padrão que me machuca.
  • Carrego culpa por um desejo que eu não escolhi.

Se alguma delas tocou em você, a terapia pode ser o lugar para olhar para isso com calma.

Falar com o Gabriel

Terapia e sexualidade

Psicólogo para pessoas LGBTQIAPN+ em Marília.

Sexualidade é muito mais do que a orientação. É o que você deseja, como você se relaciona, o que aprendeu a sentir sobre o próprio corpo e o quanto pode ser você mesmo perto de quem ama.

Para muitas pessoas lésbicas, gays, bissexuais, pansexuais, assexuais e de outras orientações, esse caminho vem cheio de silêncio. Às vezes a família não sabe. Às vezes ninguém sabe. E guardar uma parte tão grande de si cansa.

Sou psicólogo da comunidade LGBTQIAPN+ e atendo em Marília (SP). Na terapia, você fala de desejo, de afeto e de relacionamentos com alguém que conhece essas questões de perto e que vai acompanhar o seu ritmo.

Contar ou não contar

Contar para a família, para os amigos ou no trabalho é uma decisão sua. Não existe hora certa nem obrigação. A terapia ajuda a pensar se vale contar, para quem, de que jeito, e a cuidar do que vem depois, inclusive quando a reação não é a esperada.

Uma escuta que respeita quem você é

Orientação sexual não é doença. O Conselho Federal de Psicologia proíbe, desde 1999, qualquer prática que trate a homossexualidade como algo a ser curado. Aqui, o trabalho é ajudar você a viver quem você é com menos medo e mais liberdade.

Atendo adolescentes a partir dos 15 anos, jovens adultos, adultos e pessoas idosas.

O que pode ser levado para a terapia

Do primeiro desejo às relações de hoje.

Você pode chegar com um destes temas, com vários ou com nenhum nome ainda.

Orientação sexual

Lésbica, gay, bi, pan, assexual, ou ainda sem nome. Entender o que você sente, sem pressa de se definir.

Desejo

O que você deseja, o que trava esse desejo e a culpa ou a vergonha que às vezes vêm junto.

Afeto e relacionamentos

Namoro, casamento, ciúme, término, solidão. Como você ama e o que espera de quem está ao seu lado.

Contar ou não contar

Para quem, quando e de que jeito. Ou decidir não contar agora. A decisão é sua, e ela pode ser pensada com calma.

Família

A relação com pais, irmãos e filhos quando a sua orientação vira assunto, ou quando ela nunca pôde ser assunto.

Preconceito

O peso da LGBTfobia de fora e daquela que a gente aprende a usar contra si.

A diferença, em uma linha: sexualidade fala de quem você deseja e de como se relaciona; gênero fala de quem você é e de como o mundo trata essa identidade.

Depois da primeira mensagem

Da mensagem à primeira sessão, no seu ritmo.

Mandar a primeira mensagem
  1. Você escreve

    O botão abre o WhatsApp com um texto pronto. Envie assim ou do seu jeito, com a pergunta que tiver.

  2. A gente conversa

    Eu respondo, entendo o que você procura e, pelo WhatsApp, a gente combina como vai ser.

  3. Marcamos o início

    Combinamos juntos o primeiro horário, e a terapia começa.

Perguntas frequentes

Perguntas de quem pensa em falar sobre sexualidade.

Preciso ter certeza da minha orientação para começar?

Não precisa. Muita gente chega com dúvidas, e entender o que você sente é parte do trabalho, não uma condição para começar.

A terapia vai tentar mudar a minha orientação sexual?

Nunca. Orientação sexual não é doença nem algo a ser corrigido. Desde 1999, a Resolução 01/1999 do Conselho Federal de Psicologia proíbe qualquer tratamento que pretenda mudá-la. O trabalho aqui é o contrário: ajudar você a viver quem você é com mais tranquilidade.

Você me ajuda a contar para a minha família?

A terapia é um lugar para pensar se, quando e como contar, e para cuidar do que vem depois. Quem decide é você.

Atende adolescentes?

Atendo a partir dos 15 anos. Pelo WhatsApp a gente conversa sobre como começar.

Pessoas mais velhas também podem procurar?

Podem, e são bem-vindas. Muita gente passou anos sem poder falar de si, e nunca é tarde para isso.

O que eu contar fica entre nós?

Sim. O sigilo é um dever do psicólogo, previsto no Código de Ética Profissional.

Quando fizer sentido, é só escrever.

Uma mensagem curta já basta. Eu respondo e a gente conversa sobre como começar.

Conversar pelo WhatsApp