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Gabriel MeyerPsicólogo · CRP 06/204942
Gabriel Meyer, psicólogo, de jaleco branco com um laço rosa no peito

Gênero · Psicólogo em Marília (SP)

Quem você é merece ser visto e respeitado.

Terapia para questões de identidade e de expressão de gênero, e para quem vive a violência de gênero: pessoas LGBTQIAPN+ e também mulheres cis e hétero.

Terapia e gênero

Gênero é sobre quem você é, e sobre como o mundo te trata.

Identidade de gênero é como você se reconhece: mulher, homem, as duas coisas, nenhuma delas, ou algo que ainda está descobrindo. Expressão de gênero é como isso aparece no jeito de se vestir, de falar, de se mover. Nenhuma das duas precisa caber no que esperam de você.

Para pessoas trans, travestis e não binárias, viver a própria identidade costuma vir junto com estranhamento, desrespeito e medo. Para muitas mulheres, o gênero aparece como cobrança, controle e violência dentro de casa, no trabalho e na rua.

Sou psicólogo da comunidade LGBTQIAPN+ e atendo em Marília (SP). Nesta página falo das questões de gênero, que atravessam pessoas LGBTQIAPN+ e também mulheres cis e hétero.

Identidade e expressão

A terapia é um lugar para entender quem você é, sem pressa e sem roteiro. Para quem vive uma transição, ela acompanha o processo no tempo de cada pessoa, junto com a família, os amigos, o trabalho e o próprio corpo.

A violência de gênero

A violência de gênero vai do comentário que diminui ao relacionamento abusivo, do assédio à violência física, e chega ao feminicídio. Ela deixa marcas que nem sempre aparecem por fora. Na terapia, essas marcas são levadas a sério, e você é ouvida e ouvido sem precisar provar o que viveu.

Atendo adolescentes a partir dos 15 anos, jovens adultos, adultos e pessoas idosas.

O que pode ser levado para a terapia

Duas portas para o mesmo tema.

Você pode chegar por uma delas, pelas duas, ou ainda sem saber por onde.

Identidade e expressão

Para quem questiona o próprio gênero, vive uma transição ou quer ser reconhecido como é.

  • Identidade de gênero
  • Pessoas trans e travestis
  • Pessoas não binárias
  • Expressão de gênero
  • Nome e pronomes
  • Transição, no tempo de cada pessoa

Violência de gênero

Para quem sofre ou sofreu violência por causa do gênero, sejam pessoas LGBTQIAPN+ ou mulheres cis e hétero.

  • Machismo no dia a dia
  • Relacionamento abusivo
  • Violência doméstica
  • Assédio
  • Transfobia
  • Mulheres cis e hétero

Se você está em perigo agora, ligue 190. A Central de Atendimento à Mulher, Ligue 180, é gratuita e funciona 24 horas. Violências contra pessoas LGBTQIAPN+ também podem ser denunciadas no Disque 100.

A diferença, em uma linha: sexualidade fala de quem você deseja e de como se relaciona; gênero fala de quem você é e de como o mundo trata essa identidade.

Talvez você se reconheça

Algumas frases que chegam ao consultório.

  • O gênero que me deram ao nascer não diz quem eu sou.
  • Sinto que preciso caber num jeito certo de ser homem ou mulher.
  • Tenho medo de como vão me tratar se eu me mostrar como sou.
  • Vivo uma relação em que sinto medo, controle ou humilhação.
  • Já sofri assédio ou violência e ainda carrego isso comigo.
  • Dizem que é exagero, mas eu sei o que vivo.

Se alguma delas fala de você, a terapia pode ser o lugar para cuidar disso, no seu tempo.

Falar com o Gabriel

Depois da primeira mensagem

Da mensagem à primeira sessão, com respeito desde o começo.

Mandar a primeira mensagem
  1. Você escreve

    O botão abre o WhatsApp com um texto pronto. Envie assim ou do seu jeito, com a pergunta que tiver.

  2. A gente conversa

    Eu respondo, entendo o que você procura e, pelo WhatsApp, a gente combina como vai ser.

  3. Marcamos o início

    Combinamos juntos o primeiro horário, e a terapia começa.

Perguntas frequentes

Perguntas de quem pensa em falar sobre gênero.

Preciso saber como me identifico para começar?

Não precisa. Questionar o próprio gênero já é motivo suficiente para procurar a terapia, e ela acompanha você nessas descobertas, sem pressa e sem roteiro pronto.

Meu nome e meus pronomes serão respeitados?

Sim, desde a primeira mensagem. Se quiser, já diga no WhatsApp como prefere ser chamado ou chamada.

Ser trans é tratado como doença na terapia?

Nunca. A Resolução 01/2018 do Conselho Federal de Psicologia orienta que transexualidade e travestilidade não sejam tratadas como doença. A terapia cuida do seu sofrimento, e não da sua identidade.

Sou mulher cis e hétero. Essa página também é para mim?

É. A violência de gênero atravessa as mulheres, e a terapia é um lugar para cuidar do que ela deixou, no seu tempo.

Estou vivendo uma situação de violência agora. A terapia ajuda?

A terapia ajuda a cuidar de você e a pensar os próximos passos. Se houver risco agora, ligue 190. A Central de Atendimento à Mulher, Ligue 180, funciona 24 horas e é gratuita.

O que eu contar fica entre nós?

Sim. O sigilo é um dever do psicólogo, previsto no Código de Ética Profissional.

Quando fizer sentido, é só escrever.

Diga como prefere ser chamado ou chamada, e o que quiser contar. Eu respondo e a gente conversa sobre como começar.

Conversar pelo WhatsApp